Na temporada de formatura, cada estudante que ingressa no mercado de trabalho, ao se despedir do caloroso sol do campus, precisa atravessar inúmeros relatos inspiradores para conseguir cruzar o rio de
Chen Minghui estava de pé diante da barraca de sua mãe, olhando para os restos de produtos de soja pisoteados espalhados pelo chão, sem conseguir dizer uma palavra. Não conseguia imaginar o quanto sua mãe deve ter sentido medo quando aquele sujeito irracional virou a cesta de tofu e passou a pisotear tudo sem motivo algum.
E ainda pensava: que tipo de desavença alguém que vende tofu poderia ter, a ponto de provocar uma reação tão violenta, fazendo com que alguém quisesse humilhá-la daquela maneira?
Nesse momento, ele viu dois funcionários do mercado de verduras se aproximarem, com uma pá e uma vassoura nas mãos, recolhendo os restos para dentro de um balde de lixo, e depois indo embora em silêncio...
Chen Minghui ficou ali parado, sentindo-se meio perdido.
Olhando para a barraca de tofu da mãe, agora tão desolada e vazia, seus olhos se encheram de lágrimas e um nó amargo apertou seu peito.
Pensou em sua mãe, sempre tão bondosa, nunca se metia em nada errado, jamais fazia mal a ninguém. Com o temperamento dela, como poderia alguém ter criado um rancor tão grande?
Enquanto refletia, sentiu uma forte antipatia pela pessoa que havia destruído a barraca de sua mãe.
Soltou um longo suspiro, massageou a testa latejante com a mão e olhou para a senhora Xue, que trabalhava ao lado.
Dona Xue também era feirante ali, com uma barraca colada à de sua mãe. Como ambas vieram da mesma cidade natal para Guancheng, sempre se ajudavam no mercado.
Vendo que ele a olhava, dona Xue saiu ligeira de trás da barraca e, num tom baixo, pergunto